A alimentação no sul do país
- HELENA MARIA MELLO
- 24 de mar. de 2017
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BIOMA PAMPAS Área que abrange: 63% do Rio Grande do Sul Sua vegetação campestre de grande riqueza e integração com as Florestas de Araucárias, aliadas à posição geográfica e relativas baixas temperaturas, criaram uma cultura culinária bem típica, com fortes influências coloniais e dos países fronteiriços. A mistura étnica ocorrida na região Sul resultou em uma culinária completamente diferente do resto do país, com a presença ainda mais forte da cozinha italiana, alemã, além das já presentes portuguesa e espanhola. O churrasco, principal prato do Rio Grande do Sul, resultou de um fato histórico. Para catequizar os índios da região na época da colonização, os padres jesuítas introduziram a criação de gado e deixaram o rebanho sob a responsabilidade dos nativos. Com a chegada dos tropeiros paulistas e mineiros, que escravizaram os índios, o gado permaneceu solto pelos campos e se espalhou pelo sul do território, pois não havia predadores. Daí a abundância de pastos e a tradição do churrasco gaúcho (preparado apenas com sal grosso). Com a chegada dos italianos, as massas, a polenta e o frango foram integradas ao hábito alimentar regional, assim com o cultivo de vinhas, que produzem espumantes premiados internacionalmente, como do Vale do Vinhedo. Já a influência alemã, ficou restrita às colônias no interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O Paraná, apesar da forte influência italiana, conta com uma presença também significativa da culinária indígena, sobretudo com raízes e grãos. Principais ingredientes: carne bovina e capirinha; farinha de milho, erva-mate; Pratos típicos: sopa de capelete; galeto assado; churrasco; sagu ao vinho tinto; barreado; arroz de carreteiro Fonte: Aromas e cores - Sabores do Brasil

























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